Nas Bancadas um estádio com uma boa casa, a Malta do Estrela eram cerca de 80 pessoas e apenas 15 da claque, poucos é verdade mas quem la teve sabe que não nós podem acusar de não ter puxado pela equipa estivemos sempre a cantar o jogo todo!

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Grande e importante vitória do nosso Estrela frente à Académica. Triunfo que é um passo gigante rumo à manutenção e que permite ao Estrela esperar pelos restantes confrontos dos adversários directos na luta pela manutenção. A nossa equipa assumiu sempre a iniciativa de jogo frente a uma Académica onde o seu sector defensivo foi muito permeável de uma ponta à outra.
Na 2ª parte Daúto Faquirá refrescou o ataque, tirando Mendonça, Celestino e Anselmo, colocando Pedro Pereira, Giancarlo e Vítor Moreno. Vítor Moreno que precisou de 5 minutos em campo para matar de vez a partida ao ficar isolado no lado esquerdo e com a maior calma do mundo bateu o guardião da Briosa pela 3ª e última vez. Paulo Costa apitou então para o fim da partida e mais uma "final" ganha pela nossa equipa que vê a manutenção mais perto e onde os adeptos foram para casa naturalmente satisfeitos. A seguir segue-se o F.C.Porto Vs. EST.AMADORA, que já se pode começar também a considerar um bom jogo do futebol português visto que o Porto não se dá muito bem com o nosso clube, mas nunca deixa de ser um jogo dificil, mas podemos lá pontuar ou mesmo ganhar como na temporada passada. Um Clube, Uma Cidade, Paixão que nos move!!!! ESTRELA SEMPRE!!!!















P.S: Aos que estiveram no Restelo Parabens. Continuem...






Daúto Faquirá aos microfones da Sport TV, após o 2-2 da Reboleira:
«O jogo era difícil e as minhas palavras antes da partida eram para espicaçar e moralizar a minha equipa. Na primeira parte exposemo-nos pouco em termos espaciais. A perder arriscámos um pouco mais e acábamos por presentear os nossos poucos adeptos, havia mais do Norte, com um resultado justo.
A minha equipa foi estável e estávamos a jogar contra o FC Porto. Fomos dançando ao som da música que o FC Porto permitiu. Na primeira parte, o FC Porto fez um golo, mas até lá não tinha feito nada para isso. O Estrela da Amadora manteve-se coeso, os jogos têm 90 minutos, e era extremamente difícil. Mas provou-se que com as estratégias adequadas podíamos vencer.»
«Podemos encostar o F.C. Porto às cordas.» Esta foi uma das afirmações de Daúto Faquirá na antevisão da recepção aos portistas, mas atitude do E. Amadora só aconteceu nos últimos cinco minutos.
O técnico tricolor reservou várias surpresas no onze, que na prática foram desagradáveis numa equipa que não perdia no José Gomes desde 2001. A ausência de Fernando (oito jogos como titular) no Estrela da Amadora foi justificada com uma suposta lesão sofrida no treino de sexta-feira. A verdade é que o jogador emprestado pelo F.C. Porto não foi utilizado, tal como Luis Aguiar (quatro jogos como titular), o outro dragão que está cedido à equipa da Amadora, também ele ausente por lesão.
Daúto proporcionou as estreias absolutas de Marcelo Goianira (médio defensivo) e Hélder Cabral (lateral-esquerdo) na equipa, e deu a primeira titularidade de Moreno (médio-esquerdo). Nenhum acrescentou qualidade ao futebol tricolor e foram os portistas que tiveram todos os espaços para brilhar.
com Lucho regressado à equipa (saiu Cech do onze que venceu o Marselha), o F.C. Porto mandou no jogo.
O primeiro golo do jogo surgiu aos 24 minutos, por Lisandro Lopéz. Quem mais poderia ser? O argentino recebeu um cruzamento de Raul Meireles, na esquerda do ataque, de costas para a baliza ganhou a Hélder Cabral e entre o estreante e Maurício rodou e rematou à baliza. A bola ainda bateu no poste direito da baliza de Nélson antes de entrar. Lisandro apontou o nono golo em nove jogos nesta Liga.
Aos 39 minutos o árbitro teve opinião diferente da dos portistas, que reclamaram expulsão de Anselmo, mas João Ferreira considerou que a falta do avançado sobre Helton, na área, não era merecedora de cartão.
Marcar o segundo e sair do jogo
No início da segunda parte Daúto Faquirá fez duas alterações: tirou Marcelo Goianira e Yoni e fez entrar Mateus e Jeremiah.
Lucho, Quaresma, Meireles e companhia continuaram a trocar bem a bola e o segundo golo surgiu aos 49 minutos. Lucho entrou bem pela direita, cruzou para Quaresma que, no lado oposto, de costas para Raul Meireles assistiu o camisola 16 que, com um remate forte, bateu Nélson. A bola ainda bateu num defesa antes de entrar.
A vencer por 2-0 os portistas consideraram que a vitória estava garantida e como que deixaram de jogar. Jesualdo Ferreira decidiu poupar Lucho aos 69 minutos e substituiu El Comandante por Bolatti. Daúto respondeu com a saída do «apagado» Moreno, fazendo entrar Ndiaye.
Em campo o futebol caiu de qualidade e o F.C. Porto como que esperava pelo apito final, mas esqueceu-se que o jogo só acaba aos 90 minutos.
Assustar e ser premiado nas bolas paradas
O Estrela só criou perigo nas bolas paradas. Aos 80 minutos, na marcação de um livre, da esquerda, Maurício rematou muito forte ao ferro da baliza de Helton. A reviravolta do jogo aconteceu aos 85 minutos, também na esquerda do ataque, na marcação de um livre. Mateus marcou o livre, Maurício de cabeça bateu Helton e fez o 1-2.
Jesualdo Ferreira voltou a gerir o esforço dos titulares aos 87 minutos tirando Raul Meireles para a estreia de Kaz no campeonato, e pouco depois aconteceu o impensável: o Estrela empatou.
Stepanov puxou a camisola de Jeremiah na área (89m). João Ferreira assinalou o penalty e Mateus chamado a converter não falhou e garantiu o 2-2 final.
in maisfutebol
FORÇA ESTRELA



Excelente espectáculo de futebol em Coimbra, com seis golos e oportunidades a rodos. Estádio bem composto, tarde de primavera e duas equipas ao ataque desde o apito inicial. O prémio maior fica, no entanto, para Lito, que esta tarde valeu por três e apontou o primeiro «hat trick» da Liga Bwin. Insuficiente, ainda assim, para dar a vitória à sua equipa, numa partida de loucos, com as defesas a parecerem gelatina e os remates certeiros a surgirem como quem come cerejas.
O Estrela, pese a condição de visitante, começou melhor, com Jeremiah (uma surpresa no onze, em dia de estreia absoluta com a camisola tricolor) a visar os ferros da baliza de Pedro Roma logo aos três minutos, já depois de uma tentativa de chapéu do colega Yoni, apenas anulada graças à rápida intervenção de Orlando. A Briosa responde quase de imediato e também envia uma bola ao poste, por Joeano, mas é definitivamente o conjunto estrelista que está na mó de cima e volta a acertar na moldura da baliza de Roma, desta feita por Marco Paulo. É tudo? Nem por isso. Na jogada seguinte, por ironia, é a Académica que inaugura o marcador, por Lito, depois de um passe magistral de Pavlovic, a rasgar a defesa amadorense.
na posição de vencedores, os estudantes falham a oportunidade de dilatar o marcador (Joeano anda tão perdulário...) e é quando estão assumidamente na melhor fase que o Estrela, num grito de revolta de Maurício, chegou ao empate. A segunda parte começa praticamente com o «bis» de Lito, letal a aproveitar um livre do recém-entrado Hélder Barbosa. Os estudantes voltam à posição de vencedores, sem nada terem feito para isso, mas graças à inspiração em particular de um jogador que parecia andar escondido. Mas esta era, definitivamente, a tarde de Lito. A forma como inicia e conclui a jogada do terceiro golo é disso exemplo. Simples, fácil e eficaz. Em abono da verdade, o 3-1 era um duro castigo para os estrelistas e estes fizeram questão de o mostrar: Anselmo, qual Maradona, pegou na bola, ganhou sucessivos dribles e só parou quando meteu a bola na baliza de Pedro Roma. A jogada pode, todavia, ter ficado ferida por uma ilegalidade, já que, no lance imediatamente anterior, os estudantes pediram canto e parece ter havido um erro do auxiliar Sérgio Lacroix.

Académica joga pelo seguro mas é surpreendida
A perigosa aproximação do Estrela no marcador fez soar o alarme no banco da Briosa. Paulo Sérgio entrou justamente para estancar qualquer ameaça adicional dos amadorenses e escusado será dizer que os instantes finais foram de muitos nervos para os adeptos locais, até porque Luís Reforço, entretanto, complicou a sua exibição com diversas decisões polémicas.
A Académica, mais uma vez, não conseguiu ampliar a vantagem e, de uma forma talvez um pouco injusta, mas que castiga a forma como não soube defender, viu o Estrela chegar ao 3-3, num estilo muito em voga esta época para os lados da Luz.
Na deslocação a Coimbra foram só cerca de 6 elementos da claque para a viagem juntamente com os outros adeptos do Mágico, mas xegou para fazer a festa toda e conhecer mais um bocado de Coimbra, ainda antes de irmos para o jogo estivemos na sede da Mancha Negra a beber umas Águas e a fazer algum convívio.
Abraços a Todos...


E. Amadora-Boavista, 0-0 (crónica)
Este Boavista está no penúltimo lugar? A equipa que Jaime Pacheco apresentou esta tarde na Reboleia não tem cara de mal classificada, mas... continua sem vencer. Soube pensar o jogo e soube trocar as voltas ao adversário, sobretudo na primeira parte. Só não soube encontrar o caminho da baliza, não por falta de jeito, mas porque a sorte preferiu bater à porta de Nélson.
Estrela e Boavista empataram, assim, esta tarde a zero, num jogo que começou por prometer e acabou por desiludir. O Estrela havia dito, na véspera, que não ia deixar enganar-se pelos maus resultados do Boavista, mas, certamente, não estaria à espera de um oponente no máximo sentido da palavra. Mateus foi a mais-valia na frente axadrezada que os amadorenses não tiveram, os principais lances de perigo nasceram dos seus pés, e se Bangoura poupasse os companheiros, bem como os espectadores, a teatrinhos desnecessários na área adversária, talvez tivesse tido melhor fortuna. Estes dois, aliás, logo aos sete minutos, deram um ar da sua graça, com Mateus a fazer todo o trabalho sujo e Bangoura a cair na área e reclamar grande penalidade.
Em casa, o Estrela sentia dificuldades em assumir o jogo, em controlar o meio-campo e não raras vezes teve de ser o capitão, Maurício, por sinal central, a empurrar o jogo para a frente. Aos 25 minutos, por exemplo, aventurou-se pelo terreno acima e só parou lá na frente para passar o testemunho a Anselmo, que perdeu a jogada para Mário Silva.
Dois minutos depois, a mesma dupla amadorense viu-lhe ser negado o golo, por alegado fora-de-jogo do avançado. Maurício cabeceou à baliza de Carlos, Anselmo, oportuno, quis certificar-se que a bola entrava. Ela entrou, mas Paulo Costa anulou. O lance é duvidoso, mas ninguém pareceu interessado em protestar.
A caminho do intervalo, foi a vez de Nélson negar o golo a Mateus, depois do atacante rematar contra as pernas do guarda-redes, numa jogada com muitos intervenientes.
No balneário o Estrela compreendeu que precisava fazer mais e melhor se queria vencer e, ouvidos dados ao treinador, entraram mais decididos na segunda parte. Foi, no entanto, o Boavista, quem esteve perto de marcar, desta feita por Grzelak, cujo remate, junto ao poste esquerdo da baliza de Nélson, foi travado pelos pés do guarda-redes.
Mas se os primeiros minutos da etapa complementar prometiam, não demorou muito a perceber-se que o bom da primeira parte esfumara-se na segunda. Futebol de pouca qualidade, arbitragem idem, faltas e cartões a mais. O tudo por tudo das três equipas em campo.
A terminar, uma bola ao poste de Jorge Ribeiro, que se tivesse entrado garantia justiça ao resultado
in mais futebol
TODOS A COIMBRA!!!

Domingo dia 23 de Setembro pelas 10horas da manhã lá iamos nós direitos a Leiria para ver o Estrela mas como nos fomos no Autocarro dos Sócios do Estrela e da claque apenas eramos uns 8 elementos tivemos de ir mais cedo e ainda por cima o jogo era as 19:45 mas ok valeu apena!!!
Então seguimos para Leiria!

E já se aproximava a hora do jogo, fomos pra uma esplanada que assim só por acaso era só boa gente do sexo femenino, e faltava 30 minutos para o jogo e fomos po estádio entramos e rebentamos os 8 apenas sempre a dar o nosso melhor pelo Mágico Estrela , no estádio tavam cerca de 50 pessoas do estrela. Mais umas fotos e que para a proxima deslocação tragámos os 3 pontos pa Reboleira.
Leiria 0 -0 Estrela

